A final da Supercopa da Espanha pegou fogo logo no início em Jeddah, quando Álvaro Carreras escapou de ser punido por um polêmico selinho em Lamine Yamal, uma decisão que enfureceu imediatamente o Barcelona e intensificou a tensão em campo.
O lateral do Real Madrid pegou Yamal no pé durante uma disputa tardia. Embora o árbitro Munuera Montero tenha marcado a falta, ele optou por não mostrar o cartão amarelo – uma decisão que provocou protestos furiosos dos jogadores do Barça
O Barcelona protesta contra a leniência do árbitro
Do ponto de vista do Barcelona, o problema foi muito além de uma única contestação. Permitir que Carreras continuasse sem ser advertido tão cedo na partida foi visto como um sinal verde tático para que o Madri mantivesse uma pressão agressiva sobre seu atacante mais perigoso.
Sem nenhuma ação disciplinar, a defesa do Madri poderia continuar atacando Yamal sem o risco imediato de suspensão, um cenário que a comissão técnica catalã acredita ter inclinado a balança injustamente.

Fonte: x.com/BobbyBlueschels
VAR não pode intervir
O VAR não interveio no incidente, pois a contestação não foi classificada como conduta violenta ou ofensa direta com cartão vermelho de acordo com os regulamentos atuais. Essa limitação técnica só aumentou a frustração do Barcelona, que teve a sensação de que a falta clara de conduta não foi punida de forma suficiente
Hansi perde a calma
A controvérsia se espalhou pelas laterais do campo. Hansi Flick, normalmente calmo e contido, deixou sua área técnica para confrontar o quarto árbitro, exigindo maior proteção para seus jogadores.
O protesto animado de Flick ressaltou o temor do Barcelona de que a partida pudesse se transformar em uma batalha física com o objetivo de atrapalhar seus jovens talentos – especialmente Yamal, que continua sendo a principal ameaça de ataque
Arbitragem sob os holofotes
À medida que a intensidade do El Clásico continua a aumentar, os padrões de arbitragem de Munuera Montero já estão sob intenso escrutínio. A controvérsia inicial garantiu que cada decisão subsequente fosse examinada de perto por ambas as bancadas e por milhões de espectadores em todo o mundo.
A final da Supercopa mal entrou no ritmo – e já tem seu ponto de inflamação definido.